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Saúde: um custo que não tem preço

Marcos Borga

Vamos diretos a temas de urgência, que necessitamos de discutir sem fingimentos nem trincheiras ou, muito menos, escondidos atrás de baias ideológicas. A saúde, como diz o povo, não tem preço. Saudinha é que é preciso! Não tem preço, de facto, mas como sabem todos os especialistas e estudiosos, tem custos. E custos cada vez mais elevados, cada vez mais incomportáveis. Até para ser levado em boa conta é preciso o seu quê de dinheiro (leiam, por favor, a crónica de Clara Ferreira Alves no último Expresso Semanal que anda perto deste tema e é uma obra de arte).

Ontem, o ‘Diário de Notícias’ trazia um estudo interessante sobre a quantificação financeira do retorno do SNS. O sistema, diz o estudo de conceituados investigadores da Universidade Nova, gera cinco milhões para a Economia, cerca de metade do que custa.

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