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Facebook, o grande irmão

As desculpas de Mark Zuckerberg, cinco dias depois de “The Guardian” ter revelado o escândalo da Cambridge Analytica, revelaram-se pífias perante a dimensão do sucedido. O CEO do Facebook não garantiu que tal não voltará a suceder, adiantando até que cidadãos russos estarão a preparar manobras semelhantes para as eleições intercalares nos EUA. Esta semana soube-se que as eleições presidenciais no Quénia foram também manipuladas por aquela empresa e que o mesmo poderá vir a suceder em futuros atos eleitorais na Índia e no Brasil. Esta óbvia ameaça à democracia exige maior regulação por parte do Estado ou uma muito maior consciência por parte dos utilizadores quando oferecem informação aos gigantes tecnológicos, o que inclui Google, Amazon e Apple.

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