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Expresso

Jogo perigoso no Orçamento

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O braço de ferro com Bruxelas é perigoso, sobretudo quando entra em operações contabilísticas com pouco recuo

O novo Governo entrou esta semana num caminho perigoso com o esboço do Orçamento do Estado para 2016. O Executivo tem todo o direito a bater-se pela aplicação de políticas que defende e até a forçar cedências em Bruxelas. Nos últimos anos, Portugal jogou vezes demais o papel de aluno dócil e isso nem sempre foi bom. Mas levar esse jogo a um extremo quando não há praticamente margem de recuo e o nosso financiamento depende da vontade externa é muito arriscado.

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