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No longo prazo estamos todos vivos

Só num dos últimos 18 anos não houve mortes em Portugal por causa de incêndios. 235 mortos desde o início do século, 113 dos quais nos últimos quatro meses. Não são só as causas que são “estruturais”, são as consequências. Habituámo-nos à morte. Consentimos a morte. Quatro vezes jurámos “nunca mais”: 2003, 2005, junho de 2017 e outubro de 2017. Falhámos as primeiras três. A morte tornou-se “estrutural”. Deixámos. Deixaremos?

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