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O palácio sem cristal

No Porto houve um golpe e um contragolpe políticos e quem os cometeu está dedicado a construir a narrativa final. Para ficar do lado da honra. Para beneficiar eleitoralmente disso. É bom que percebamos: como sempre em política, estamos a ver cenas ensaiadas para parecerem instantâneas e que ocultam meditações e premeditações. Porque todo o caso parece demasiado estúpido para não ser demasiado inteligente.

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