Siga-nos

Perfil

Expresso

Os maviosos

Eu sou do tamanho do que vejo, citou um dia Bava à entrada (ou à saída, tanto faz, portas destas são sempre giratórias) de uma conferência. Pessoa, imaginem só, ainda por cima Caeiro, o panteísta que a beleza do mundo alumbrou. O que via Zeinal do tamanho em que se presumia? Que horizonte se vê do monte de oiro? Que grau de impureza humana é preciso conceder para saciar a ganância?

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)