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As 50 sombras 
da banca

Exercício de masoquismo: reler o que se dizia. Em 2014, não daria prejuízo; em 2015, o prejuízo seria pequeno; em 2016, o Estado já só queria não perder mais um euro; em 2017, nacionaliza-se. A venda do Novo Banco é uma paródia. É costume dizer-se que um automóvel sai do stand e já vale menos 20%. Um banco vale menos 80%. É essa a desproporção entre o valor em bolsa do BCP e o seu valor contabilístico. Ou entre o que os investidores pagam pelas ações e o valor nos “livros”. O BCP é um espelho para o Novo Banco: desde 2011, os acionistas injetaram três mil milhões, o dinheiro evaporou-se, agora é preciso mais 1,3 mil milhões. O baixo valor do Novo Banco não é uma exceção.

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