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O estranho júbilo ante o incêndio

Nero não seria tão doido. Por culpa de uma data de gente que a culpa quer passar para quem está ao lado, a administração da Caixa está à beira da queda. O Governo lavarás as mãos, a direita reclamará vitória e a esquerda clamará moralidade. Enquanto todos dançam extáticos sobre a fogueira ateada, um pequeno pormenor fica à mercê. Esse pequeno pormenor chama-se Caixa Geral de Depósitos.

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