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Os 4% são
 os novos 7%

Ai o diabo, o diabo, o diabo... não se pode contar com o diabo. Ontem, a DBRS lá nos livrou da livrança e não é que ela seja de fiar. Fiar, fiam-nos “os mercados” e não é por simpatia, mas por ganância. Se emprestarem dinheiro a Espanha ganham 1%, se emprestarem à Alemanha lucram nada e se nos emprestarem a nós lucram mais de 3%. Nada mau. A não ser para nós. Nós, o Estado Português, estamos com taxas de juro que parecem baixas (3,2% em obrigações a dez anos no mercado secundário) mas em termos relativos são na verdade altas (face aos demais países). Repita comigo: dívida pública de 130% de um PIB que cresce cerca 1%...

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