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A um ano, as autárquicas

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Não é tanto a inabilidade, é o falhanço da previsão das catástrofes. Não basta mudar de discurso para mudar de curso e Passos Coelho só acredita num: que a virtude do seu pensamento emergirá sobre a confirmação do vício da política económica e financeira do Governo. O líder do PSD não está necessariamente errado no que pensa mas tem errado no que prevê. Tornou-se um Nostradamus da política, com datas de fim de mundo que o fim do mundo não traz. Agora mais uma: estamos em setembro e o diabo não veio.

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