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Crónica do não acontecido

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O poema “If” (ou “Se”), de Kipling, mostra um futuro em que tudo em nós é possível porque tudo depende de nós. Mais do que de virtude, é um texto de possibilidade. O poema “Quase” (ou “Quási”), de Mário de Sá-Carneiro, é o contrário, reflete um perene ficar aquém, em que tudo em nós foi possível mas perdido. Mais do que de defeito, é um texto de impossibilidade. O que Costa e Marcelo estão há meses a desenhar para a banca é um “Se” com receio do “Quase”. Pode correr mal. A Caixa correu bem.

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