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A utopia da decência

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Sólido como uma rocha, líquido como um Andrade. O secretário de Estado foi um menino quando aceitou um convite da Galp e não foi um homem quando não pediu demissão ou, ao menos, desculpa por ter sido o que foi: eufórico, ignorante e parvo. Eufórico porque todo o país o estava no Europeu; ignorante por desconhecer o código de conduta da administração fiscal que lidera; parvo porque, em latim, parvo quer dizer pequeno. Mas se há lição neste caso, ela não se resume à demissão ou não demissão de um homem que só foi diferente de outros porque foi apanhado. Esses são os homens que agem, como escreveu Borges, num “mundo sem a dignidade do perigo”.

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