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Expresso

A vida depois da morte em Bruxelas

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Os atentados em Bruxelas são a segunda parte dos ataques em Paris, numa história que terá mais partes do que gostaríamos. Sim, o Daesh está a perder território na Síria e no Iraque, mas, como explica o cientista político Robert Pape nesta edição, o Daesh vai matar até morrer. Lá, na guerrilha. Cá, nos ataques terroristas. Bélgica e França são os maiores fabricantes, em termos relativos e absolutos, de jovens europeus radicalizados pelo Daesh. Possivelmente, porque têm as maiores comunidades muçulmanas desintegradas — e a palavra-chave nesta frase é “desintegradas”.

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