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Expresso

A montanha pariu uma errata

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O relatório do Orçamento do Estado foi apresentado com 215 páginas. A errata de ontem tem 46. Uma página de erros por cada cinco é coisa nunca vista mas, mais do que pasmar com as emendas, é gelar com o risco. Há números errados, há contas erradas mas não pode haver orçamento errado. Não há outro para dar certo. Não interessa dramatizar, mas entre as muitas emendas de vírgulas e parêntesis há tabelas quase reescritas (como a das receitas e despesas da administração regional), amadorismo (o Governo esqueceu-se de contabilizar a contrapartida nacional de projetos cofinanciados por Bruxelas), acertos (em taxas de crescimento nominal e na carga fiscal, que já não “desce” mas “estabiliza”) e novos saldos finais (a dívida pública já não desce para 125,8% mas para 127,7%).

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