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‘Borda d’Água’ ambiental

Vaticínios para o ano que vem. Começando pela água, cujo preço vai aumentar. O inverno vai de seca, o que é mau para barragens, rios, agricultura, eletricidade, abastecimento e praias. E grave advinha-se também o problema do primeiro dos nossos rios — o Tejo —, que não só está a perder caudal porque grande parte da sua água é desviada em Espanha para os sequiosos regadios do Sul, como corre ainda o risco de ter às costas, mesmo em cima de Castelo Branco, uma lixeira nuclear acoplada a uma central obsoleta: Almaraz. Esta, em vez de encerrar, como estava previsto e era lógico e razoável, pretende continuar a funcionar, pondo-nos a todos em sobressalto. 2017 começa assim mal à borda de água, pelo menos do rio Tejo.

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