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O meu e o teu Bourdain são o mesmo?

A primeira vaga foi a perplexidade: Tinha uma vida perfeita. Tinha tudo o que se pode desejar, prémios, reconhecimento mundial, família, inteligência superior e uma carreira promissora aos 61 anos. Depois há que “racionalizar”: a solidão do viajante, os 200 dias que passava fora, os “fantasmas”. É impossível aceitar facilmente o suicídio de um tipo assim. Se ele, que tem uma vida perfeita, se mata, que razões tenho para viver a minha vida? Exigimos que uma pessoa assim seja feliz. Não o ser é uma ofensa para os outros. Pior: casos destes costumam trazer uma pequena vaga de “imitações”. Como se atreve?

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