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Os bots estão inocentes

Há um risco. Esse risco é o de termos perdido o filtro que nos alertava que algo estava errado. Não seria só um ‘petaómetro’ — que prevenia para a peta —, mas também um estado natural para o ceticismo, uma vigilância tipo cão de guarda que dorme com um olho aberto. Acontece que isso implicaria uma canseira permanente, devido ao momento em que vivemos, de bombardeamento total com fake news. Perante tal, optamos por retirar o sentido crítico de cena e viver uma certa apatia perante o mundo.

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