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Os cães clonados de Streisand

Uma das coisas com que Barbra Streisand sempre impressionou o “grande público” foi não “tratar” aquele nariz. Sejamos francos, nariz é força de expressão. Narigão. Sim, Barbra aceitava e mostrava um orgulho desarmante na beleza adunca que o deus de Abraão lhe tinha dado. Aquela era a forma de expressar a sua liberdade e luta contra as convenções estabelecidas na passagem pelo planeta. Não iria alterar a Natureza. Isso foi antes. Muitos anos passados, março de 2018, eis que dá uma rara entrevista à “Variety”. Coisa longa. Barbra, de 75 anos, repuxada por liftings — o normal — mas sem que se tenha deixado de perceber que é ela. O nariz não engana. Tudo o que disse acabou por ser abafado por algo que fez. A seu lado estavam três cachorros coton de tuléar. Dois deles foram clonados a partir de uma amada cadela que já pereceu. Ali está, uma milionária diva de cinema, deitada na sua cama hollywoodesca, refastelada em pose fotográfica, com três cães minorcas felpudos brancos de ar detestável, sendo que dois deles não são filhos, são clones do amor de sua vida, a sua querida “Samantha”.

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