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O emoji corado e o drama da “microtraição”

Quer dizer. Do ponto de vista do autorreconhecimento, a situação da infidelidade sempre se envolveu num manto de negação, seguida do discurso do contra-ataque. “Não querida, não é o que estás a pensar, aliás como ousas?”, dizia ele, apanhado na cama com outra. É o clássico dos clássicos. Mas esta coisa do microcheating é mais difícil de conceptualizar. Alto lá, ouço desse lado. “Microinfidelidade?” Nem mais. Estamos já nessa subtileza relacional. Análise comportamental ao nível do átomo da existência humana. Bom, exagero. Mas de quem é a culpa? Ora, isso nem se fala. É das redes sociais, como tudo hoje em dia.

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