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O Tinder está a trair-te

O Tinder faz neste outono cinco anos e, embora não se saiba quanta pouca-vergonhice proporcionou a este planeta, pensa-se que já uniu mais casais no pecado do que certos santos padroeiros. Desde que apareceu nos ecrãs dos smartphones já surgiram outras plataformas concorrenciais de “engate imediato”, com algumas variantes, mas nenhuma se aproximou do impacto que esta teve, até na cultura popular. Para se ter uma ideia, no Tinder, para os seus 50 milhões de utilizadores, há 1,6 mil milhões de swipes por dia (é o escolher sim ou não a uma carinha laroca) em 190 países, o que resultará em 150 milhões de encontros por semana (o que fazem depois é lá com eles). Há muita gente que apenas se limita a fazer likes para ter um boost no ego, ou seja, fazer uma coleção de troféus de matches com que nunca enceta uma conversa, para ver quem é que podia, se eventualmente quisesse... Mas a realidade é que, lê-se em muito lado, o Tinder está hoje cheio de esquemas, cambalachos, dick pics e terá perdido o “brilho inicial”. Mas se é assim, e já que tanta gente entrou só para “ver como era”, têm bom remédio: é apagar a conta e seguir com a vida. E aqui, se quisesse dar um toque de dramatismo, soltaria uma gargalhada malévola, com um toque de eco no final. Repita lá isso do “apagar”?

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