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Em Moscovo sem rede

Neste momento, convivem paralelamente num mix geracional os nativos digitais por afinidade (começaram a sua vida educacional já com net) e os analógicos convertidos (aqueles para os quais, no início da carreira profissional, surgiu incipientemente a www). Os vintes/trintas e os mais de quarentas. Ora, esta diferença de menos de duas décadas marca um corte no pensamento que se observa nas coisas no dia a dia, mesmo quando se tem de resolver pequenas questões. Eu, que sou dos convertidos (fiz trabalhos de faculdade com máquina de escrever, entrei para o mundo de trabalho com computador e só mais tarde apareceu a internet), fico aflito quando não tenho um lápis para anotar um número de telefone. O pacholas ao meu lado tira uma foto com o telemóvel. Não me ocorreria. Mas — e é um senhor ‘mas’ — o problema é quando preguiçosamente começamos a achar que as soluções que o digital providencia são obrigatoriamente as melhores ou únicas. Venha lá o belo exemplo.

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