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A Fitbit já depõe em tribunal

A história de Richard podia até ser convincente. Não sabemos. Um assaltante entrou na sua casa de manhã, atou-o e levou a mulher para a cave, onde a matou. Era a sua versão. Mas quando a polícia foi analisar a banda Fitbit que ela tinha ao pulso encontrou outro guião. Conseguiu, com o sistema GPS, analisar os passos que dera antes de ser morta (andara às voltas fora da casa) e conseguiu “perceber” a linha de acontecimentos até o fim das batidas cardíacas, no jardim, às 10h05. O Fitbit — uma daquelas bandas ao pulso que compila dados de saúde e de cariz desportivo, especialmente para quem corre — tinha destruído a narrativa do marido. Foi acusado de homicídio.

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