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Mata duas velhas ou um Nobel

Este é o ano da inteligência artificial. O ano em que os carros sem condutor vão ter capacidade de decidir sobre a vida e a morte num mundo infinito de dilemas humanos que nunca nos passaram pela cabeça. Pelo menos é o que dizem as consultoras nos seus oráculos que me chegaram ao e-mail. O carro sem condutor é seguro. Mas já se sabe que a estrada é um perigo. E o carro sem condutor um dia vai ter de matar. A questão é quem. E é aqui que começa a parte divertida.

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