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O Elefante Branco era um pato bravo

Fechou o Elefante Branco. Esperei duas semanas para que algum frequentador regular se prestasse a fazer um relato na primeira pessoa sobre o que era a tal “casa mítica da noite lisboeta”. Omertà. Assim sendo, dou-me às balas, sendo que fui lá apenas umas três vezes. Não, não era uma “casa de alterne”. Era um porta-aviões em que as aeronaves pousavam, carregavam e levantavam. Foi ao fundo. Li nas redes sociais que foi o Tinder que mandou o torpedo fatal. É ignorância. Foi uma guerra de sócios, uma ação de despejo interposta por um deles, uma luta velha tão velha como a prostituição. Embora não tenha memória sobre o que se passou “na casa”, muito menos de elefante, tentemos ordenar alguns factos.

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