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Em defesa da ressaca

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Ler notícias no Facebook é estar sempre em estado de comoção: há dias fiquei convicto de que já estavam prontas para serem lançadas no mercado bebidas alcoólicas que não provocam ressaca. Os comentários eram de tal forma festivos que pareciam já patrocinados pela marca de álcool “sem dia seguinte”. Causou uma certa estranheza ler que eliminar a ressaca iria baixar os custos com os serviços de saúde. Na minha ótica de abstémio de longa data, parece-me que há aqui qualquer coisa que não bate certo. Se criarem bebidas alcoólicas sem ressaca arriscam-se, isso sim, a criar mais bêbados. A ressaca, no fundo, sempre foi o preço que se aceitou como ‘justo’ (às vezes excessivo) pelo que o álcool nos ofereceu na noite anterior.

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