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Expresso

O tuga ideal é tronchudinho

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Um dos movimentos feministas com grande visibilidade tem sido a tentativa de aniquilar o “padrão de beleza irreal”, difundido pela publicidade e a moda, que criam a ideia da existência de mulheres anatomicamente impossíveis ou perigosamente magras. Ainda há poucos dias foi lançada a tal Barbie com “medidas reais” (baixas, altas, de bunda grande etc) e a imprensa mundial regozijou. Todos os dias deparamos com “vitórias”: é a modelo “grande” que posa na revista de biquínis ou a professora de ioga que é orgulhosamente “volumosa”; de onde se percebe que a história da “diversidade” tem mais a ver com a balança e o peso do que com a raça, altura ou outras nuances genéticas. Há contudo um detalhe que não é pequeno quando se discute este tipo de temas.

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