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Expresso

Volta ao mundo em 500 matches

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Dado mais do que adquirido e que descrevo pomposamente: o Tinder está alterando subterraneamente costumes ao integrar o mainstream no imediatismo dos relacionamentos via smartphone. Embora uma certa pedantice e ignorância autóctone se recuse em aceitar este facto como se fosse uma mera “date-fuck-app”. Não é. Nos últimos meses a aplicação estourou em Portugal. Sei do que falo. E é o meu terceiro texto sobre o assunto. Há meses surgiu o Tinder Plus. Uma funcionalidade paga que, entre outras, permite mudar de cidade. Imaginando que vai de viagem a “La Cucaracha de Cima” pode atirar para lá o seu perfil uma semana antes para head hunting. Literalmente. A bem da investigação perdi o amor a 19 euros e assinei o Plus. E fui “sugado pelo vórtice do Tinder” planetário, para citar uma amiga finlandesa. Ou australiana. Não me lembro.

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