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Expresso

e-refugiados recebidos com e-mojis

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Uma das imbecilidades que se têm ouvido sobre os refugiados que chegam à Europa vindos da Síria é que eles têm smartphones, como se tal lançasse uma dúvida sobre as suas verdadeiras motivações para fugir de casa. Se qualquer pessoa se pusesse no lugar do “outro” — que é sempre a melhor maneira de colocar a questão — iria reconhecer que hoje o item que traria numa fuga de um cenário de guerra seria um smartphone para se guiar pelo Google, falar com os seus, tentar não se perder. Atualmente até já há uma série de apps desenvolvidas para comunicar com os refugiados que se perdem, sem acreditar que as fronteiras húngaras estão fechadas.

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