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Expresso

#rircomcoxa e a pele do joelho

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Podemos chamar-lhe neoanatomia via ego. Ou análise do corpo através da tecnologia com filtros da maldade e vaidade. Mas não há como ficar indiferente. Foram escritos milhões e milhões de poemas a enaltecer o corpo da mulher. O todo. E partes. E ações com e sobre esse corpo. Tivemos que chegar à época da selfie e do Instagram para aceitarmos que alguns de nós, homens, somos meros autodidatas colecionadores de metáforas. Nunca iríamos conhecer essas transformações anatómicas sujeitas aos caprichos das tendências. Exemplo? “O riso da bochecha da coxa”. Sabe o que é? Aparentemente foi o “it” obrigatório deste verão nas praias fashion. Não dei por nada na Caparica.

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