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Expresso

Os homens das flores

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Parece uma brincadeira que Deus fez com Photoshop. O mercado de flores de Calcutá é em tudo parecido a um gigantesco mercado de perecíveis para alimentação da Índia. Ou do Bangladesh. Mas no chão, nas cestas na cabeça, nas mãos, a serem negociados, não é peixe a exalar amoníaco, nem carne a escurecer, nem moscas enlouquecidas pelo podre e decomposição provocados pelo calor que desponta pela manhã. 
Há flores, o cheiro intenso a flores frescas. E cor. 

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