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Amêndoas da Páscoa

Quando o Novo Banco foi criado, a República portuguesa teve de conceder um empréstimo de €3900 milhões ao Fundo de Resolução. Tal empréstimo deveria ser amortizado rapidamente pois previa-se uma venda rápida do Novo Banco. Foi acordado um vencimento a três meses (renovável e extensível até dois anos) e uma taxa de juro de 2,8% ao ano acrescida de um spread inicial de 0,15%, o qual crescia 0,05% ao trimestre. Como o Estado para emprestar ao Fundo de Resolução tinha de se financiar, resolveu cobrar ao Fundo o que lhe cobrava o Programa de Assistência Financeira, isto é, 2,8% ao ano, apesar de, no mercado, as taxas de juro a três meses estarem nos 0,17% e as taxas a dois anos nos 1,08%.

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