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Matar

A novilíngua conseguiu transformar o aborto num mero ato médico, “interrupção voluntária da gravidez”. Está em curso algo parecido no campo da eutanásia. Vejo e oiço pessoas a defender o direito à eutanásia como se estivéssemos a falar de uma mera operação médica, como se estivéssemos a falar de hibernação ou criopreservação. Lamento, mas a eutanásia não é uma operação, é uma morte; não é curar ou hibernar, é matar. E o mais trágico é que este pedido de morte é enquadrado na narrativa dos direitos. Lamento, mas morrer não é um direito e matar não é um dever.

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