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Filha pródiga

Clara Ferreira Alves escreveu uma importante confissão no livro “Fátima, 1979-2016”. Intitulada “Deus, fala comigo!”, é uma confissão corajosa, porque desafia o ateísmo austero e o cinismo engraçadista que dominam o meio intelectual. Hoje em dia, a fé ou é esmagada pela bota cardada do cientismo ou é gozada pelo engraçadismo cínico que recusa acreditar em algo superior ao “eu” pós-moderninho. Estas duas predisposições dominam os círculos bem pensantes, as faculdades, os festivais disto e daquilo, as editoras, as redações. Ao assumir o regresso à fé, Clara Ferreira Alves demonstra coragem, que é, foi e será sempre a grande virtude moral e estética do escritor. Além de corajosa, a confissão é comovente.

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