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O taxista tanquista

Eu sou tanquista”. Tanquista? Como assim, tanquista? “Eu estive no exército e guiava tanques, os blindados, está a ver?”. Foi só neste momento, com a conversa já adiantada, que percebi que o taxista que me conduzia pelas ruas de Lisboa era um oficial ou sargento de Cavalaria do exército da Ucrânia. Como quase todos os ucranianos com quem me cruzei em Portugal, este homem era enorme e cortês. Mas tinha uma marca especial: consciência política.

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