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Sim, hospitais privados

Não fujo à regra parola do pobre: gostava muito que as minhas filhas entrassem em Medicina. No meu caso, a parolice é agravada por uma transferência emocional. A minha mãe passou a vida num sussurro permanente, “tens de ser doutor a sério e não doutor de letras”. Na altura, a pressão irritava-me. Queria letras, não bisturis. Hoje compreendo-a.

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