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Dor e droga

Chamemos-lhe Samantha. Tem 25 anos e vive numa cidadezinha do Ohio, outrora palco do sonho americano, mas que agora é apenas um depósito de depressões. Samantha é viciada. É um dos rostos da grande epidemia opiácea que varre a América; metade dos americanos conhece pelo menos um viciado desta praga, que é sem dúvida uma das causas do mal-estar americano. Este mal-estar traduz-se num voto populista que canaliza a raiva dos pais de Samantha, mas também se traduz numa desonesta inversão da narrativa sobre a droga.

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