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O fugitivo

Longe do Mar”, de Paulo Moura, é atual por duas razões. Em primeiro lugar, mostra que a reportagem pode ter tão literária como o romance. Em segundo lugar, esta viagem pela Nacional 2 revela um Portugal violento que não encaixa na imagem-padrão do povo brando, mole, desinteressante, gozável, sem escuridão ou grandeza trágica. “Longe do Mar” rompe esta pátina preguiçosa que nos envolve e descreve um país de contrabandistas, de bandoleiros como o fugitivo de Arouca e, acima de tudo, ilustra um país que esmagava e esmaga as mulheres no tacão da violência sexual.

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