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Coelho

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Não, não falo de Passos Coelho, mas de Jorge Coelho. Os problemas da pátria encontram um espelho adequado no segundo e não no primeiro. Aliás, o percurso de Jorge Coelho é um sintoma daquilo que está errado na política e no espaço público de Portugal: Jorge Coelho era conhecido como o homem do aparelho, mas foi designado ministro das Obras Públicas por Guterres; quando saiu das Obras Públicas, foi trabalhar numa das grandes empresas de Obras Públicas (se a memória não me falha, só Henrique Monteiro teve coragem para sublinhar a evidência: este percurso podia ser legal, mas era imoral); Coelho por lá permaneceu e continuou a fazer grandes PPP, sobretudo com o novo governo da sua cor política; quando esse governo acabou, saiu da empresa de Obras Públicas e recebeu como prémio a cadeira de senador num conhecido programa de comentário político. Este é uma daqueles percursos portugueses impossíveis de explicar a um europeu ou a um americano.

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