Siga-nos

Perfil

Expresso

Pátrias 
do mal

  • 333

Tal como Hannah Arendt, Ernst Nolte (1923-2016) foi odiado porque tentou explicar o nazismo fora da narrativa que coloca o Holocausto nos ombros de alguns monstros luciferinos sem verdadeira ligação com as pessoas normais daquele tempo. A banalidade do mal assusta. A ideia de que o Gulag e o Holocausto foram atrocidades cometidas e aplaudidas por milhões é um excesso de realidade difícil de encaixar. É mais fácil dormir à noite quando se assume que o horror estava somente nos cascos de Hitler ou no enxofre de Estaline. Nolte não aceitou essa mentira caridosa.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)