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O filho de António José Saraiva escreveu um livro intolerável que rasga todas as regras do jornalismo e da fronteira civilizacional entre a esfera pública e a esfera privada? Sim. Esteja onde estiver, António José Saraiva está coberto de vergonha e consciente de que a maçã pode mesmo cair longe da árvore. Mas a minha pergunta é outra. Se há uma justa indignação na corte de “Lesboa” contra este livro, porque é que não há indignação contra outros livros que cometem o mesmo pecado? Uma jornalista do “Público” fez um livro sobre homossexualidade no Estado Novo que usa o mesmo mecanismo: fontes anónimas revelam à força a identidade de homossexuais já falecidos. Não me lembro de nenhuma campanha de indignação contra este livro, só me lembro de um texto isolado de António Araújo no blogue “Malomil”.

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