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Respeito

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Apesar de não ligar às suas aulas, Alfredo Tinoco era o meu professor favorito. Passávamos tardes a beber imperais e a conversar num café na esquina da Av. das Forças Armadas com a Av. 5 de Outubro. Era uma tertúlia de três fellinianos: ele, eu e o meu amigo Bruno Vieira Amaral. Não falávamos da matéria ou do ISCTE, mas sim de mulheres, de romances oitocentistas, de cinema italiano, das memórias de cada um, da odisseia que ele viveu na Europa durante os anos da oposição a Salazar. O Tinoco era desconcertante por várias razões.

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