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Mal-estar

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O seu nome é José Bastos e emigrou para França há décadas com a inevitável mala de cartão. Quando chegou aos bairros clandestinos dos arredores de Paris, arrendou meia barraca (três metros por dois) algures naquele labirinto de lata que era levantado durante a noite para ser alugado aos portugueses durante o dia. Em 1964, só ao bairro de Champigny chegavam 200 portugueses por semana. José Bastos trabalhou, estudou, tirou sociologia, os filhos são franceses. O seu nome é Manuel Dias Vaz, deu o salto a pé, atravessando os Pirenéus em condições que fazem lembrar os refugiados sírios de hoje — “chegámos a lutar uns com os outros por comida, transformámo-nos em animais”.

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