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Expresso

Horror

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Um homem que estava no metro que explodiu em Bruxelas continuou a andar e chegou de pasta na mão ao emprego quarenta e cinco minutos depois; estava ensanguentado, mas continuou o trajeto de forma automática como um cavalo que regressa sozinho ao quartel depois de perder o cavaleiro na batalha. Algo de semelhante ocorreu nos cafés de algumas zonas afetadas. Como se nada fosse, os empregados colocaram mesas e cadeiras cá fora e abriram as esplanadas. Ora, o amigo que me contou esta e outras histórias vive em Bruxelas e, nos primeiros instantes, sentiu raiva por estas pessoas. Como se atrevem a continuar o dia a dia?

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