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Expresso

Entre Arouca e a China

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Quando se chega a Arouca, a sensação é de conforto. Apetece estar ali. Apetece ficar ali. O verde escuro da serra limpa os olhos, a arquitetura da vila faz sentido, as casas respeitam-se umas às outras, respira-se comunidade, as pessoas são acolhedoras. Pessoas como o senhor da loja de artesanato que há dias nos tentou vender um brinquedo maravilhoso para as pequenas: uma boneca que tinha dentro de si todas as personagens do “Capuchinho Vermelho”.

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