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Expresso

Dez navios

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Ficar no paredão a ver os barcos entrar e sair da barra de Aveiro é uma forma de oração. Estar ali a observar o vaivém dos pescadores reconcilia-me com o Cosmos e, já agora, com a vidinha. Os meus navios favoritos são os bacalhoeiros que partem e chegam de viagens de três ou seis meses. Já vi dezenas de saídas envoltas numa tristeza espessa e dezenas de chegadas cobertas por uma alegria contagiante. É um quadro único.

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