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Expresso

A mística snobe

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José Cutileiro é um dos meus intelectuais favoritos. Da tribo que começou no “Almanaque” (Cardoso Pires, Pulido Valente, Sttau Monteiro), é mesmo o meu predileto. As crónicas do pseudónimo A. B. Kotter são as melhores da democracia e o próprio Cutileiro deixou belas prosas, como aquela que escreveu em 1965 sobre o Benfica: “Os superportugueses”. Usando o Benfica como metáfora de Portugal, Cutileiro fez um fresco da sociedade da época. Passados cinquenta anos, é curioso verificar que os dois fenómenos observados neste texto continuam no mesmo sítio. 

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