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Aron, depois Berlin

De entre as figuras intelectuais da história do liberalismo a que Mario Vargas Llosa dedica o seu mais recente livro de ensaios, “La llamada de la tribu”, duas influenciaram decisivamente as minhas convicções. Uma vez que não sou um liberal tout court, mas um liberal com hífen, um conservador-liberal, regresso sobretudo às origens, a Burke, Constant ou Tocqueville; mas não tenho dúvidas de que Raymond Aron e Isaiah Berlin são exemplos admiráveis de clareza e lucidez.

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