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Shakespeare no parque

Quando tudo parece falhar, podemos sempre recorrer a Shakespeare. Em 2016, no 4º centenário da morte do bardo, vi os “Reis da Guerra” — a demonstração da atualidade política de Shakespeare através da conjunção de três peças (“Henrique V”, “Henrique VI” e “Ricardo III”) pelo encenador Ivo van Hove. Agora que metade da América imita uma multidão de “cegos guiados por um louco” — para usar as palavras de Gloucester em “Rei Lear” — aproveitei para ver “Júlio César” ao ar livre, na grande arena do Delacorte Theater, em Central Park, Nova Iorque. É uma das tradições mais meritórias da vida cultural da Big Apple: mal chega o verão, o Public Theater (PT) — a instituição mais parecida com um teatro nacional — muda-se de armas e bagagens para o pulmão da cidade, para um festival dedicado a Shakespeare.

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