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Oliver Sacks (1933-2015) tornou-se conhecido com “Despertares” (1ª edição: 1973), uma colectânea de “estudos de caso” neurológicos. O género tem antecedentes célebres, mas estes “estudos” queriam-se diferentes dos outros, porque valorizavam a fenomenologia dos “casos” individuais, com uma empatia subjectivista e quase poética. Eram histórias de vida que permitiam vislumbrar outras vidas, outros mundos. Jovem médico a trabalhar num hospital do Bronx, Sacks dedicou-se a observar os pacientes enquanto identidades quebradas, fantasmagóricas. O hospital albergava sobretudo pessoas que sofriam de doenças ligadas ao Parkinson ou à encefalite letárgica. Entre elas estava “Rose R.”.

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