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Expresso

Plafonamento: a virtude libertária do Estado

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Vou supor que tem 45 anos de idade e uma remuneração de cinco mil euros mensais. Imagine-se, agora, daqui a 20 anos: mantém o mesmo salário e pede a reforma. Com base nas contas da Comissão Europeia terá uma pensão de 1940 euros: 61% de quebra no rendimento. Isto é sustentável? Não, daí a defesa do plafonamento iniciada no texto da semana passada.

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